quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Teorias de Crescimento Populacional - Geografia

ü Teoria Malthusiana: Segundo essa teoria de Thomas Malthus a população aumentaria como uma progressão geométrica, enquanto os alimentos cresceriam como uma progressão aritmética, ou seja, a população cresce mais rápida e os alimentos lentamente. Ele dizia também que um país com muita população é um país pobre e a miséria seria um forma natural da diminuição da população uma vez que ela não tem dinheiro para investir nos filhos.
ü Teoria Neomalthusiana: Ela apareceu após a segunda guerra mundial, pois eles achavam que um crescimento demográfico acelerado dificultaria o desenvolvimento econômico, porque se um país tem a taxa de natalidade alta significa que existe uma população jovem e como todo jovem existe gastos com isso afetaria no desenvolvimento econômico pois o governo teria que investir muito dinheiro nesse grupo.
Achavam que se as condições de vida da população aumentasse a taxa de natalidade iria cair diferente da Teoria Malthusiana. E por fim, segundo essa teoria o governo deveria tomar medidas contra esse crescimento com métodos anticoncepcionais, por exemplo, principalmente em países pobres.
ü Teoria Marxista ou Reformista: Dizia que a pobreza já existia e que não é a população que faz a pobreza e sim a pobreza que faz o crescimento da população, ou seja, se você tem uma população pobre você tem um crescimento populacional maior, pois o governo não da auxilio aos pobres e segundo a teoria isso é errado.
Eles acham que se você melhora a qualidade de vida você diminui a população e que desigualdades sócias não deveriam existir.
 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Grécia Antiga - História

A Grécia é um país localizado ao sul da Península Balcânico sendo um lugar bem montanhoso dificultando a comunicação entre as cidades e os pequenos vales férteis consequentemente tornando as cidades completamente independentes entre si ou um governo conhecido Cidade-Estado, ou seja, um governo que se autogoverna.
O clima na Grécia é muito seco, pois não chove muito nessa região consequentemente existindo extremamente pouquíssimas áreas férteis. Sendo assim um meio que eles encontraram para fortalecer a economia foi a pecuária e nos vales a agricultura (trigo, cevada, vinhas e oliveiras) por lá existir algumas áreas férteis.
Essa historia se dividi em alguns períodos: Pré Homérico, Homérico, Arcaico, Clássico e o período helenístico.
ü Pré Homérico: Ocorreu entre 2000 a 1100 A.C foi a época em que ocorreu as imigrações para a Península Balcânica formando as cidades. Esse período foi marcado pelas invasões e primeiras ocupações da região da Hélade por povos indo-europeus. Foi em Creta, maior ilha do mar Egeu, onde primeiro surgiu uma das maiores civilizações da antiguidade. Os cretenses eram comerciantes e navegadores, sendo seu governo liderado por uma elite comercial. Desenvolveram brilhantemente a escrita e o artesanato. Por volta de XV A.C foram invadidos pelos aqueus (tribo de origem indo-europeia) e sua civilização cedeu espaço à sociedade micênica. Em Micenas ocorreu a fusão entre os aqueus e os antigos cretenses. Outros povos invadiram a região, como os eólios e jônios, e contribuíram para a formação da civilização micênica. 
     Porém, em XII A.C. os Dórios – povo guerreiro indo-europeu invadiram a região, destruindo e saqueando as cidades micênicas e expulsando violentamente seus habitantes. 
A dispersão grega, ocasionada pela invasão dória, ficou conhecida como Primeira Diáspora Grega. Os dórios trouxeram a decadência para Creta, inaugurando o próximo período grego: o Homérico. 
ü Período Homérico: Entre 1100 a 700 A.C caracterizando-se basicamente com a chegada dos Dórios à Grécia, povo que arrasou a hélade e provocou a dispersão populacional (Primeira Diáspora Grega) e o aumento da mesma.
Com toda essa bagunça, a base social da Grécia passou a ser os Genos (reunião em um mesmo lar de todos os descendentes de um único antepassado, neste caso ou era um herói ou um semideus), cada um de seus membros, os Gens, eram dependentes da unidade familiar e o grupo em geral, tinha uma grande independência econômica, podendo ser até denominada de organização fechada. 

Sobre esta independência econômica, pode-se dizer que foi alcançada devido a grande autonomia política obtida pelos Genos. Todo trabalho dentro desta organização social, era de caráter individual, porém que fosse para o bem da comunidade. Cada um com seu papel escolhido pelo chefe, caso se recusasse a fazê-lo, era expulso da mesma. Tudo que era produzido era distribuído igualmente para cada Gens, impedindo assim a diferença entre cada um deles. Caso a família fosse pouco numerosa ou não dominasse certo tipo de trabalho, era necessário ir em busca de trabalhos escravos ou de artesãos. 
ü Período Arcaico: O Período Arcaico, período da Grécia Antiga de desenvolvimento cultural, político e social, situa-se entre c. 700 a.C. e 500 a.C., após a Idade das Trevas e antecedendo o Período Clássico. Nesta altura dão-se os primeiros avanços significativos para a ascensão da democracia e observa-se também uma revitalização da linguagem escrita.
Em termos artísticos o período caracteriza-se pela construção dos primeiros templos inspirados nos micénicas, pelas tipologias escultóricas kouros e kore, e pelo início do registo de pintura negra em cerâmica.
ü Período Clássico: De 400 à 338 A.C época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político da Grécia Antiga. Época de grande fortalecimento das cidades-estados gregas como, por exemplo, Esparta, Atenas, Tebas, Corinto e Siracusa. Foi também uma época marcada por conflitos externos como, por exemplo, as Guerras Médicas (entre gregos e persas no século V). Ocorreu também, neste período, a Guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta).

ü Período Helenístico: De 338 à 30 A.C
 
O período helenístico ou a era helenística foi um período que marcou a transição da civilização grega para a romana, e chama-se de helenística por ter se desenvolvido fora da Grécia. Isso ocorre entre 323 A.C, (data da morte de Alexandre III, Alexandre o Grande), cujas conquistas militares levaram a civilização grega até a Anatólia e o Egito, e 30 A.C., quando se deu a conquista do Egito pelos romanos. Grande parte do Oriente Antigo foi então dominada pela cultura helenística e assistiu-se a uma fusão da cultura grega, revitalizada nas áreas conquistadas, com as tradições políticas e artísticas do Egito, Mesopotâmia e Pérsia. Depois da morte de Alexandre, a transmissão da cultura grega persistiu nos grandes centros urbanos, embora sofrendo influência dos costumes orientais. A tentativa de Antígonos, um dos mais antigos generais de Alexandre, de manter intacto o império conquistado pelo guerreiro macedônio, fracassou após a Batalha de Ipso, na Frígia (302 a.C.). A partilha do império foi feita entre três generais: Seleucos I Nicator, Ptolomeu I e Lisímacos. As lutas, entretanto, continuaram, e vinte anos depois o império foi dividido em três estados independentes: o reino do Egito ficou com os Lágidas, descendentes de Ptolomeu; o da Síria, com os Selêucidas, descendentes de Seleucos; e o da Macedônia coube aos antigônidas, descendentes de Antígonos. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Elementos da Astronomia - Geografia

Se você parar para observar as parábolas do mapa-múndi perceberá que existe uma grande desigualdade de energia ou luz solar pelo nosso planeta e consequentemente do calor ao decorrer do ano ao longo das estações.
O sistema solar é formado por um conjunto de astros (planetas, satélites, planetoides ou asteroides, cometas e os meteoritos) que giram em torno do sol e todos esses astros mantêm sua posição na orbita devido a força de gravidade do sol. Agora vamos conhecer cada um deles:
ü O sol é estrela mais próxima do nosso planeta e ela está entre as menores estrelas do universo, porem é aproximadamente 1 milhão de vezes maior que a terra
ü Existem 11  planetas que seguem a seguinte ordem em relação ao afastamento do sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Ceres, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão e Éris antes conhecido como Xena.
ü Existem alguns satélites naturais, na verdade existem 138 satélites estudados até hoje um exemplo de satélite natural é a lua (terra); Fóbus e Dêimus (marte) entre outros.
ü Segundo o comitê da União Astronômica Internacional o Sistema solar é constituído por 8 planetas verdadeiros, e 3 planetas-anões: Ceres, Plutão e Éris
ü Planetoides ou asteroides são pequenos planetas que giram em orbita com Júpiter e Marte

A terra executa o movimento de translação ao redor do sol mantendo com a linha do equador um ângulo de 23°77’, essa inclinação e o movimento de translação determinam:
ü A desigualdade de luz e calor ao longo das estações do ano
ü Desigual duração dos dias e das noites de acordo com a época do ano
ü Os solstícios e os Equinócios
Estações do ano são desiguais em relação ao hemisfério Norte e Sul.
 
Data aproximada
Hemisfério Norte
Hemisfério Sul
21 de dezembro

Inverno
Verão
21 de março

Primavera
Outono
21 de julho

Verão
Inverno
23 de setembro

Outono
Primavera

ü Solstício: Quando os dias e as noites tem a máxima diferença de duração, sendo um mais longo e outro mais curto.
ü Equinócio: Quando os dias e as noites tem a mesma duração
E por fim as fases da lua que gira em torno da terra, os principais são: Lua nova, Lua crescente, Lua cheia, Lua minguante

População Brasileira - Geografia

O crescimento vegetativo (Cv) é igual a taxa de natalidade (Tn) menos a taxa de mortalidade (Tm), sendo assim Cv= tn-tm
A taxa de mortalidade com o passar dos anos vem diminuindo, por conta do avanço na medicina, mais conscientização da população e melhores condições de vida.
ü A taxa de natalidade também vem diminuindo com o tempo, isso ocorre porque existem atualmente métodos anticoncepcionais, a entrada da mulher no mercado de trabalho é um fator importante, o pensamento modernizado e diminuição de filhos por casal.
=   Como consequência desses dois tópicos a pirâmide etária brasileira muda o que antigamente a população era considerada jovem, futuramente segundo estudiosos a nossa população será idosa

Brancos
Negros
Indígenas
·         Maioria da população branca tem origem europeia
·         População sul é a que mais habita esse tipo de etnia por conta dos imigrantes que ocuparam essa área no período colonial (espanhóis, holandeses, franceses, italianos e slavos)
·         Essa etnia foi forçada a migrar para o Brasil, por conta da escravidão. Eles vieram para trabalhar na produção do açúcar e mais tarde na produção do café
·         Brasil é um dos países que mais utilizou a mão de obra escrava
·         Concentram-se mais na região do nordeste e sudeste
·         Grupo étnico que habitava o Brasil antes da chegada dos Portugueses
·         Naquele período os índios somavam 5 milhões de pessoas aproximadamente até a maioria deles serem mortos pelos imigrantes
·         Se concentram no Norte e no Centro-oeste
Pardos
·         Etnia formada a partir dos três grupos acima: brancos, negros e indígenas.

Curiosidades
·      Um dos países que mais existem analfabetos
·      Maioria da população vive na cidade




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Movimentos Migratórios - Geografia

Quando você pensa em imigração ou migração, logo vem na cabeça quais os motivos, as consequencias e os fatores que fizeram essas pessoas imigrarem.
Os principais movimentos migratórios são pelo clima do lugar, a economia (melhores condições de vida), entre outros como os grupos etinicos (religiosos).
Existem migrações livres ou espontâneas onde você migra porque quer, ou por um determinado interesse seu. E existem as migrações forçadas onde as pessoas são deslocadas para um outro lugar por interesse de outros grupos, como por exemplo a escravidão africana e a deportação de Judeus, europeus entre outros grupos para as guerras.
A imigração no Brasil começou em 1808, mas as primeiras imigrações aconteceram em 1818, no governo de D. João VI. A maioria das vezes é raro a imigração espontânea, por isso havia um aumento muito grande de imigração quando a mão de obra estava em falta.
No caso do Brasil podemos apontar fatores favoráveis e desfavoráveis:

  • Favoráveis: Grande extensão territorial ; Desenvolvimento do café no planalto paulista que passou a exigir um numero muito grande de mão de obra ; Crise econômica na Itália, Alemanha e Espanha, logo cresce o desemprego e automaticamente estimulando o fluxo imigratório. 
  • Desfavoráveis: Tropicalidade do país; falta de uma politica firma que faça leis rigorosas para que possa haver uma organização adequada; 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

África- Geografia



África
·      Historia: A África começa a ser importante a partir do neocolonialismo e da apartheid. Porem antes da colonização dos europeus, predominavam grandes civilizações como o Egito (ao longo do rio Nilo), a do Reino do Benin (junto ao delta do Níger), a do Zimbábue (no rio Zambeze) e diversas outras.
Desde a antiguidade, os povos asiáticos entram em contato com a África, buscando expandir seu comercio. Com isso mantiveram contato com a parte norte da África, onde imprimiram sua cultura e principalmente sua religião (Islamismo).
No século XV inicia-se o capitalismo comercial, onde o comercio passa a ser a base econômica da Europa e não mais a agricultura.
Por conta da necessidade europeia de expandir seu comercio, os países da Europa ocidental passam a realizar navegações pelo Oceano Atlântico. Primeiro foram os portugueses, em seguida os espanhóis, ingleses, franceses e holandeses. Estes representavam as grandes potencias da época. Com essa disputa por expandir o comercio acaba automaticamente desenvolvendo a expansão marítima (Criação de portos).
Todas as potências europeias queriam um pouco do continente africano, até que em 1885 é afirmado um acordo no congresso de Berlim e chamamos isso de fronteiras artificiais, onde o continente seria dividido entre: Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal.
Com toda essa briga por exploração a África fica totalmente desorganizada tanto socialmente como economicamente e territorialmente. Até que de repente a Europa entra na primeira guerra mundial, logo após houve a segunda, com isso  ela ficou totalmente destruída. Então como os países tinham que se reerguer e se preocupar com eles mesmo vários países da áfrica se tornam independentes  (Libéria, Etiópia, União Sul-Africana e Egito). Porem era uma independência política e não econômica, pois a África sempre foi má desenvolvida economicamente.
Existe uma diversidade étnica, muita diferença de cultura. Na parte mediterrânea sofre influencia da Europa (Islamismo); Abaixo do Saara cultura das tribos (África negra).
·         Problemas: Existe no mundo muita comida, mas as pessoas na África não tem acesso (Financeiro)
Elas também não tem acesso a remédios, com isso muitas pessoas morrem de tuberculose por exemplo.
·         Agricultura: Existe uma agricultura de subsistência que seria a produção para alimentar a população. Com a colonização boa parte dessa agricultura é destruída e forma plantation no litoral.
(cacau, algodão, café, amendoim)
·         Relevo: Formado por planalto terreno cristalino e planícies estreitas.
·         Clima: Continente cortado pelo equador portanto o clima predominante é quente e tropical.
·         Extrativismo mineral: A África é um país muito rico onde se encontra muito minério que poderia ser desenvolvido, mas não tinha dinheiro para colocar maquinas, trabalhadores, entradas entre outros fatores. Por isso começa a ser explorada por outros. * Destaque: Petróleo
·         Vegetação: Predomina as xerófitas e os estepes.
Xerófita: Planta adaptada aos climas secos

·         África do sul: Este país podemos dizer que é o mais desenvolvido do continente africano. Foi colonizado pelos ingleses pelo motivo de conter pontos estratégicos, pois se localiza ao meio do Oceano pacifico e do Indico, então tem o total controle das navegações.
Era divido entre Negros e Brancos, alguns bairros de negros e outros de brancos. O apartheid predominava (Lei que dizia que os negros não poderia viver juntos)
Negros: ao norte ; Brancos: Ao sul (ingleses colocados na África para que haja um certo desenvolvimento)
*Não existe mais o apartheid, porem o racismo continua.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Biologia- Estruturas e funções celulares (part III)


Biologia- Estruturas e funções celulares (part III)

Órgãos vegetativos das angiospermas: a raiz
As angiospermas são as plantas mais evoluídas e complexas que vivem em nosso planeta. Elas são divididas em dois grupos menores: Monocotiledôneas e Dicotiledôneas.
-Monocotiledôneas: encontram-se plantas como: Milho, arroz, trigo, cana, bambu, palmeiras, coqueiros, orquídeas, bromélia, bananeira etc.
-Dicotiledônea: Feijão, soja, ervilha, tomate, alface, repolho, couve, caqui, laranja, goiaba, abacate, pau-brasil, jacarandá, paineira etc.
As angiospermas produzem como órgãos vegetativos: raiz, caule e folha, e como órgãos reprodutores: flor, fruto e semente.

A morfologia da raiz pode ser reconhecida região especifica como:
-Coifa: Tecido adulto de proteção do ponto vegetativo.
-Região lisa: É a região em que as células do ponto vegetativo sofrem distensão longitudinal (estica)
- Região pilosa (pilífera): Região em que células da epiderme produzem os pelos absorventes. Esses pelos aumentam consideravelmente a superfície de absorção da raiz.
- Região de ramificação: É a região em que se formam as raízes secundarias. Essas raízes aumentaram a fixação do vegetal permitindo maior absorção de água e sais minerais.
-Colo: Região de transição entre a raiz e o caule.
Principais tipos de raízes:
·        Raiz axial ou pivotante: eixo principal e ramificação à Raízes laterais à Dicotiledônea à ex: Feijão e gimnospermas (pinheiros)
·        Raiz fasciculada ou cabeleira: Não há eixo principal. Há apenas ramificação à monocotiledônea à ex: milho, capim.
·        Raiz tuberosa: Acumula muito nutriente à ex: mandioca, dália etc.

Raízes aéreas
·        Raízes-suporte ou escora: São raízes que partem do caule e atingem o solo. à ex: milho, plantas de mangue, figueiras etc.
·        Raízes-cintura: Fica na arvore para pegar nutrientes à Crescem enroladas em um suporte. O velame funciona como uma verdadeira esponja, absorvendo a água que escorre pelos caules à ex: orquídeas
·        Raízes estrangulantes: só fica na arvore como suporte à São raízes resistes que se enrolam em um tronco de uma árvore que lhes serve de suporte à ex: mata-paus
·        Raízes tubulares: Encontrada em arvores grandes à são raízes achatadas, estas raízes também são respiratórias à ex: figueiras.
·        Raízes respiratórias ou pneumatóforos: Tem mal cheiro, pois tem uma grande quantidade de alimento armazenado e tem pouco oxigênio à cresce para fora do solo
·        Raízes grampiformes:  Grudada na parede à são raízes curtas que aderem intimamente ao substrato à ex: hera.
·        Raízes sugadoras ou haustórios: Parasitas e semiparasitas (depende de outro) à ex: erva de passarinho, cipó chumbo.


Órgãos vegetativos das angiospermas: o caule
1.     Função: Caule está relacionado a sustentação de folhas, flores e frutos e serve para a condução de seiva.
2.     Origem: gêmula e caulículo do embrião
3.      Morfologia externa
Gemas: estrutura responsável pela multiplicação da célula, garantindo o crescimento do caule. Gemas são cobertas por folhas chamadas escamas ou catafilos. Gemas caulinares são classificadas pela atividade (ativas ou dormentes) ou quanto a evolução vegetativa (produzem ramos) ou reprodutoras (produzem flores)
: região espessa do caule, de onde sai uma folha, uma gema ou um ramo.
Entrenó: espaço entre dois nós. O crescimento do caule ocorre nos entrenós superiores.

4.     Tipos de caule
Caules aéreos de estrutura normal
- Tronco: estrutura lenhosa, apresentando ramificações. Caracteriza-se em árvores e arbustos.
- Haste: caule pouco desenvolvido, de consciência herbácea. Caracteriza-se em ervas e subarbustos.
- Estipe: caule cilíndrico e não ramificado. Caracterizam-se em Palmeiras.
- Colmo: caule dividido entre nó e entrenó, sendo típico das gramíneas.
- Estolão ou Estolho: caule aéreo rastejante, articulado em nó e entrenó. Dos nós partem raízes e ramos aéreos. Caracterizam-se morangueiros, grama.
- Volúvel: caule que através de circunutação, cresce enrolando-se num suporte, podendo ser: Dextrorso (ponta virada pra direita), Sinistrorso (ponta virada para a esquerda) ou sarmentorso (caule que fixa-se através de gavinhas ou raízes grampiformes)
Caules aéreos de estrutura modificada
-Suculento: caule aéreo espessado em virtude de acúmulo de água.
- Cladódio e Filocládio: caules aéreos achatados com aspecto de folhas. Diferem das folhas verdadeiras porque tem gemas que produzem flores, o que não acontecem com folhas.
- Espinho: Ramo caulicular atrofiado, curto e pontiagudo
- Gavinhas: estruturas filamentosas que se enrolam em suportes e sustentam caules escandescentes.
- Pseudobulbo: Bulbo aéreo que aparece em orquídeas
- Alado: Resultante da expansão lateral do caule, em forma de lâmina.
Caules subterrâneos de estrutura normal
- Rizoma: caule rastejante subterrâneo que produz ramos aéreos e raízes adventícias.
- Tubérculo: caule espesso que acumula reservas nutritivas. Os tubérculos diferem das raízes tuberosas porque apresentam gemas e escamas
Caules subterrâneos de estrutura modificada
- Xilopódio: órgão subterrâneo espessado e resistente que acumula água. No xilopódio entram também partes da raiz, ou seja, não havendo distinção entre raiz e caule.
- Bulbo: órgão subterrâneo de estrutura complexa, no qual o caule é representado por uma porção chamada de prato. No prato, emite raízes adventícias. Existe uma gema na parte superior que é protegida por folhas modificadas chamadas de catafilos. O bulbo pode ser tunicado (prato revestido por escamas desenvolvidas), escamoso (prato revestido por escamas imbricadas) ou sólido (prato bastante desenvolvido, acumulando reservas, com escamas reduzidas).