quinta-feira, 27 de março de 2014

Capitalismo e Socialismo (Geografia)

Capitalismo e Socialismo
Antes do capitalismo, o sistema predominante era o Feudalismo, cuja riqueza vinha da exploração de terras e também do trabalho dos servos. O progresso e as importantes mudanças na sociedade (novas técnicas agrícolas, urbanização, etc.) fizeram com que este sistema se rompesse. Estas mesmas mudanças que contribuíram para a decadência do Feudalismo, cooperaram para o surgimento do capitalismo.
O capitalismo é um sistema socioeconômico onde os meios de produção tem seu predomínio as propriedades privadas, ou seja, tem um dono
Sua economia gira em torno da relação de oferta e procura: Se existe uma grande oferta em um determinado produto, e pouca procura o seu preço tende a cair, quando o contrário ocorre, ou seja, falta de oferta e excesso de procura o preço sobe.
A Sociedade é dividida em classes: Burguesia e Proletário:
ü  Burguesia: São os que os possuem os meios de produção.
ü  Proletário: São aqueles que vendem o seu trabalho, ou seja, trabalha em troca de dinheiro
O objetivo do capitalismo é visar o lucro.
O Socialismo é um sistema político-econômico ou uma linha de pensamento criado no século XIX para confrontar o liberalismo e o capitalismo. A ideia foi desenvolvida a partir da realidade na qual o trabalhador era subordinado naquele momento, como baixos salários, enorme jornada de trabalho entre outras. Assim, o socialismo propõe a extinção da propriedade privada dos meios de produção, utilizada pelo capitalismo e a tomada do poder por parte do proletariado e controle do Estado e divisão igualitária da renda. 
Sendo assim você tem os meios de produção como propriedade pública e uma economia centralizada estatal, ou igualitária. No socialismo você tem o fim das classes sociais, pois os meios de produção são comandados pelo Estado, e remuneração é feita de acordo com a necessidade de cada um, porem considerando sua qualidade.

O objetivo é atender diretamente ou indiretamente as necessidades da sociedade. 

Desenvolvimento e Subdesenvolvimento 

Desenvolvidos
Subdesenvolvidos
Elevado nível de industrias
Dependência tecnológica e financeira
Controle cientifico e tecnológico
Economia basicamente agrícola
Baixa taxa de analfabetismo
Predomínio do setor primário
Elevada renda per capita
Muita mão de obra e baixos salários
Elevado consumo de energia
Forte ação de empresas transnacionais multinacionais
Rede de transporte e comunicação precários
Predomino do setor secundário e terciário
Baixa produção e consumo de energia
Baixa taxa de natalidade
Grande desigualdade social
Baixa taxa de mortalidade
Elevada taxa de analfabetismo
Elevada esperança de vida
Baixa renda per capita
Predomínio de produtos industrializados nas exportações
Elevada taxa de natalidade

Elevada taxa de mortalidade

População jovem

Baixo padrão de vida

Dívida externa

Predominio de população rurals























Teoria dos mundos
Primeiro Mundo
Era composto por países de economia capitalista e elevado grau de desenvolvimento econômico, como os Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda, Canadá, por exemplo. Recentemente Cingapura, devido à dinamização de sua economia e melhoria das condições sociais, ascendeu à categoria de país desenvolvido.
Segundo Mundo
Seus componentes eram países de economia planificada (socialista). Os países desse grupo estão abandonando os princípios socialistas para adotar princípios capitalistas.
Terceiro Mundo
Deste grupo fazem parte países capitalistas subdesenvolvidos, atrasados social e economicamente em função de suas relações comerciais desfavoráveis com países do Primeiro Mundo. Normalmente exportam seus produtos (em geral matérias-primas) a baixo custo e importam produtos industrializados e tecnologia a um custo elevado, agravando um quadro de pronunciada desigualdade social. São membros do Terceiro Mundo, entre outros, Brasil, Argentina, México, Índia, Egito e Arábia Saudita. 
Apresentam grandes desigualdades sociais.

Divisão Internacional do Trabalho (DIT)
Corresponde ao sistema econômico Capitalismo, onde nações industrializadas (países do centro) beneficiam-se das matérias-primas e da grande mão de obra oferecida pelos países de terceiro mundo (Países da periferia)
Essa divisão de funções era usada no século XIX, durante o neocolonialismo, ou seja, a fase industrial do capitalismo, e ganhou um grande avanço, após a crise de 1929

Nova DIT: Com a nova ordem mundial e a grande globalização ocorrendo nesse período (a partir da década de 1990) ocorreram algumas mudanças e assim criando a nova DIT;
ü  Países socialistas ou do segundo mundo estão cada vez mais se integrando ao comercio mundial, fazendo-se assim um crescimento na exportação e importação desses países.
ü  Os países periféricos aumentaram muito as exportações de bens industrializados e também do comercio interno 



Nova Ordem Mundial
A Nova Ordem Mundial é um conceito político e econômico que se refere ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria .Estabeleceu-se no fim da década de 80, com a queda do muro de Berlim (1989), no quadro das transformações ocorridas no Leste Europeu com o fim do bloco soviético (URSS) .
O termo Nova Ordem Mundial é aplicado de forma abrangente. Em um contexto atual, pode se referir também à importância das novas tecnologias em um mundo progressivamente globalizado e às novas formas de controle tecnológico sobre as pessoas.
A Nova Ordem Mundial busca garantir o desenvolvimento do capitalismo e estrutura-se a partir de uma hierarquização de países, de acordo com seu nível de desenvolvimento e de especialização econômica.
Antiga ordem (1945-1991)
ü  Bipolar: EUA e URSS
ü  Capitalismo X Socialismo
ü  Guerra fria, corrida armamentista
ü  Formação de alianças militares: Otan, Otase, Anzus, Pacto de Varsovia.
Nova Ordem (a partir de 1991)
ü  Multipolar: EUA, Japão e União Europeia
ü  Influência econômica
ü  Globalização
ü  Disputa comercial/tecnológica
ü  Formação de Blocos econômicos: União Europeia, Nafta, Apec e Mercosul

Coordenadas Geográficas (Geografia)

As coordenadas geográficas são as linhas imaginarias traçadas sobre a superfície terrestre e para determinarmos uma coordenada, utilizamos os meridianos e paralelos na definição de latitude e longitude.


·         Meridianos: São círculos que passam pelos polos. O meridiano principal se chama Greenwich (subúrbio de Londres). Ele divide a terra em dois hemisférios: Ocidental (Esquerda) e Oriental (Direita)
·         Paralelos: São círculos menores e paralelos ao Equador (O°) ; E existem paralelos especiais como mostra a figura (Tropico de Câncer, Tropico de Capricórnio, Círculo Polar Antártico e Círculo Polar Ártico)

Latitude e Longitude

·         Latitude é a distância medida em graus, de um ponto qualquer da superfície terrestre ao Equador. Ele varia de 0 a 90 graus para o Norte (+) ou para o Sul (-)
·         Longitude é a distância medida em graus de um ponto qualquer da superfície terrestre ao Meridiano de Greenwich. Ele varia de 0 a 180 graus para o leste ou para oeste.

                             






Civilizações Pré-colombianas II (História da América)

Cultura Olmeca e Teotihuacán
A sedentarização do homem e a pratica da agricultura na região do México Central ocorreu entrem 5.000 e 4 000 antes de Cristo.
Por volta de 2.000 a.C. surgiram os primeiros aglomerados humanos, as aldeias, onde transformaram-se em um centros cerimoniais e surgiu a classe sacerdotal, que eram aqueles responsáveis pelos cultos religiosos. Os sacerdotes eram pessoas que se diziam intelectuais pra época eles tinham o poder do saber e mais pra frente começam a controlar o excedente agrícola tornando os sacerdotes mais poderosos. Eles se organizavam em um Estado Teocrático, ou seja, a religião estava sobre o poder. Já em 1.500 e 500 a.C. a cultura olmeca se expande e vai para o sul do Golfo México, lá eles desenvolveram os reservatórios de pedra para o armazenamento de agua
Por volta do século I a.C. chegava o fim da cultura olmeca, que deixou para seus posteriores uma espécie de herança como: Uma tecnologia agrícola avançada, artesanato têxtil e de barro, um sistema de escrita e numeração, calendário, uma religião extremamente organizada, além de um sistema político exercido pelos sacerdotes de origem olmeca e a sociedade já se organizava de uma forma mais complexa.
A religião na época era algo extremamente importante, a população era totalmente voltada a ela. Foi durante esse apogeu religioso que a civilização construiu a Cidade dos Deuses conhecida como Teotihuacán, que era totalmente planejada com pirâmides dedicadas ao Sol e a Lua.
A população Teotihuacán foi a sucessora dos olmecas e aperfeiçoou as técnicas de cultivo, desenvolveu o sistema de irrigação e as chinampas (técnica de plantio feito em esteiras)

Durante o século VI essa cultura desapareceu, porém não existe um fator responsável pelo fato. Mas presume-se que doenças, rebeliões ou invasões expliquem a destruição da Cidade dos Deuses. 

Maias 
No momento em que o Teotihuacán entrou em decadência, o Sul da mesoamérica conhece a civilização maia.
·         Localização: Península de Iucatã, no sul do México, quase toda a Guatemala, parte de Honduras e El Salvador e Belize
·         Politica: Organizada em forma de Cidade-estado e o poder político era teocrático e hereditário.
·         Sociedade: Topo da pirâmide: Família governante (sacerdotes e militares) e comerciantes ; Abaixo tem-se cobradores de impostos, militares e responsaveis pelas cerimonias; E na base tem-se os trabalhadores Braçais
·         Economia: O principal produto cultivado era o milho, base da alimentação maia, além da produção agrícola os maias davam importância ao comercio. Os mercadores eram os responsáveis pelas trocas de produtos agrícolas e artesanais
·         Religião e Cultura: Tinha como deus principal Quetzalcoatl (Serpente emplumada) *influencia tolteca
A religião defendia que o destino dos homens era controlado pelos deuses. Desenvolvera a escultura terracota, a pintura e o calendário cíclico, com 52 anos, a partir dos seus avanços nos estudos de astronomia. Com a intenção de facilitar os cálculos criaram o zero. A escrita elaborada se chamava glífica que seria um conjunto de caracteres que representam um objeto ou algo relacionado a esse objeto.
·         O novo império maia e sua decadência: Por volto de 900 iniciou-se um declínio no império Maia que dois séculos passou a sofrer influencia Tolteca. Ocorreu então a fusão das culturas formando o NOVO IMPERIO MAIA, que lentamente entrou em declínio. As hipóteses para explicar esse declínio são muitas como: Esgotamento do solo em razão da pratica da agricultura de queimada, a deficiência alimentar e diversos conflitos internos entre os líderes das cidades-Estados.
Em 1517 e 1697, os espanhóis realizaram a conquista do império Maia, marcada pela violência do branco contra o povo indígena e pela força da arma de fogo na busca por ouro.

Os Astecas

·         Localização: Região noroeste do México, denominada como Aztlán e pertenciam ao grupo linguístico naúatle
·         Política: Sociedade asteca foi fundada no militarismo com influência religioso, fazendo-se assim um poder política militarizado e teocrático.
O imperador era escolhido dentro de uma mesma família, ou seja, escolha hereditária. Ele tinha o poder supremo do exército e dividia o poder com a Mulher-serpente, função exercida por um homem responsável pela chefia do governo.
·         Sociedade: No topo: Imperador e sua família; Abaixo tem-se a nobreza (militares e sacerdotes) ; Abaixo tem-se os comerciantes e os artesãos ; E na base tem-se os camponeses e escravos;
Os militares tinham importante papel por conta das guerras e os escravos eram adquiridos em guerras como forma de pagamento e eles tinham como função: trabalhar em obras públicas, na agricultura, pagar impostos e prestar serviço aos militares.
A poligamia era admitida pelo fato da população masculina diminuir em épocas de guerra.
·         Economia: A agricultura era o principal meio de atividade econômica, sua produção era baseada em: milho, feijão, cacau e algodão.
O estado era o proprietário das terras e para se ter uma terra era necessário pagar impostos sobre a produção.
O comercio apesar de não ser a principal atividade econômica para os astecas, ainda se tinha um importante papel na realização de trocas, como era o caso do mercado de Tlatelolco que ocorria troca de legumes, frutas, plumas, joias e escravos, além de alguns produtos importados como tabaco, peles e cristais. Esse comercio com o tempo foi se desenvolvendo e mais pra frente começaram a usa a semente do cacau como uma “moeda corrente”
·         Religião e cultura: A religião era politeísta e eles acreditavam que era o homem que deveria zelar para a harmonia do universo, o que só poderia ser feito por meio de alimentação dos deuses, assim sendo considerável o sacrifício humano. Os deuses que asseguravam boas colheitas e vitorias militares e regiam o destino dos homens.
A arquitetura foi desenvolvida podendo destacar a construção de pirâmides, palácios e sistemas de irrigação além dos aquedutos.
Estudavam astronomia e criaram um calendário de 18 meses (cada mês tinha 20 dias), mais cinco dias complementares e acada 52 anos completava um ciclo.
Possuíam escolas voltadas para a formação da nobreza sacerdotal e outra destinada ao ensino comum. A escrita era pictórica e hieroglífica.

Os incas

·         Localização: Corresponde atualmente ao Peru, Bolívia, Equador, parte do Chile e norte da Argentina. Os incas, originalmente, constituíam um povo nômade, parte integrante do grupo quíchua, na região da Amazônia.
·         Política: Poder político era exercido por um imperador onde ele tinha o poder supremo ao lado do exército e da religião formando um governo Teocrático-militarista.
·         Economia: A base econômica era a agricultura (Batata e milho eram os principais). O solo era fertilizado com o guano, um fertilizante natural de excreta de aves.
A chegada dos incas e o seu processo de expansão levou a submissão das comunidades (ayllu) com isso as terras passaram a pertencer ao Estado que fez uma divisão nas terras: terras da comunidade e terras do Estado, cultivados pelos membros da ayllu.
O comercio também se desenvolveu e tinha base na produção de cerâmica, tecidos e artesanatos de ouro, prata e bronze.
·         Sociedade: No topo tem-se o Imperador; Abaixo tem-se a nobreza (Parentes, altos funcionários do estado, clero e os curacas) ; Abaixo tem-se os artesãos, médicos, artistas, militares e contabilistas; E na base tem-se os camponeses e escravos  
Dentro do império, o ayllu era a base da organização social e administrativa. Era formado a partir de laços de parentesco e chefiados pelo curaca, cujo poder era transmitido hereditariamente.
·         Religião e Cultura: Os incas dedicaram-se à astronomia e criaram um calendário que, além de marcar o tempo, servia para fazer previsões astrológicas.
Na religião além de cultuar o Sol, a Lua, o Trovão e a Terra eles cultuavam Viracocha, o “Criador do Universo” . Suas cerimonias tinham muita dança e uso de chicha (Cerveja feita de cereais) e faziam sacrifícios humanos





Civilizações Pré-colombianas I (História da América)

Civilizações Pré-Colombianas I
 A America é um continente localizado no hemisfério ocidental, dividindo-se no sentido norte-sul, onde a América do Norte e América do Sul estão ligadas entre si por um conjunto de ilhas que chamamos de América Central. Do lado leste existe o Oceano Atlântico e do lado oeste tem-se o Oceano Pacifico. Estudar a história da América é algo extremamente difícil, pelo fato de que os colonizadores destruíram tudo ou boa parte dos vestígios quando vieram para essa região. Além disso os astecas tinham como costume destruir vestígios dos povos que eles conquistavam. Para estudar isso trabalhamos com duas hipóteses:

  • Hipótese asiática: Defendida pelo dinamarquês Ales Hrclicka, que considera os ameríndios descentes de populações da Ásia Oriental, que atravessaram o Estreito de Behring, quando uma violenta mudança climática aconteceu formando uma “ponte de gelo” facilitando a locomoção entre os dois continentes, porém é uma história que não justifica corretamente a heterogeneidade dos diversos povos pré-colombianos. 


  • Hipótese polinésia: Defendida por Paul Rivet, diz que, os primeiros habitantes da américa, quando chegaram aqui não tinham noção de basicamente nada nem da agricultura, fazendo assim uma base de coleta, caça e pesca. Como não tinham uma noção de Estado (surge com cidades mais complexas) eles viviam em pequenas comunidades onde era distribuído as tarefas conforme seu sexo e sua idade. Por volta de 7 mil a.C uma nova era de transformação climática ocorreu, a temperatura da terra subiu e várias espécies de animais que esses povos caçavam desapareceram assim como a “ponte de gelo” do Estreito Behring. Com isso muitos povos começaram a buscar sua sobrevivência em outras atividades, onde surge a agricultura consequentemente surgindo o sedentarização, o que é um grande passo para a urbanização como a dos mais, incas e astecas.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Teorias de Crescimento Populacional - Geografia

ü Teoria Malthusiana: Segundo essa teoria de Thomas Malthus a população aumentaria como uma progressão geométrica, enquanto os alimentos cresceriam como uma progressão aritmética, ou seja, a população cresce mais rápida e os alimentos lentamente. Ele dizia também que um país com muita população é um país pobre e a miséria seria um forma natural da diminuição da população uma vez que ela não tem dinheiro para investir nos filhos.
ü Teoria Neomalthusiana: Ela apareceu após a segunda guerra mundial, pois eles achavam que um crescimento demográfico acelerado dificultaria o desenvolvimento econômico, porque se um país tem a taxa de natalidade alta significa que existe uma população jovem e como todo jovem existe gastos com isso afetaria no desenvolvimento econômico pois o governo teria que investir muito dinheiro nesse grupo.
Achavam que se as condições de vida da população aumentasse a taxa de natalidade iria cair diferente da Teoria Malthusiana. E por fim, segundo essa teoria o governo deveria tomar medidas contra esse crescimento com métodos anticoncepcionais, por exemplo, principalmente em países pobres.
ü Teoria Marxista ou Reformista: Dizia que a pobreza já existia e que não é a população que faz a pobreza e sim a pobreza que faz o crescimento da população, ou seja, se você tem uma população pobre você tem um crescimento populacional maior, pois o governo não da auxilio aos pobres e segundo a teoria isso é errado.
Eles acham que se você melhora a qualidade de vida você diminui a população e que desigualdades sócias não deveriam existir.
 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Grécia Antiga - História

A Grécia é um país localizado ao sul da Península Balcânico sendo um lugar bem montanhoso dificultando a comunicação entre as cidades e os pequenos vales férteis consequentemente tornando as cidades completamente independentes entre si ou um governo conhecido Cidade-Estado, ou seja, um governo que se autogoverna.
O clima na Grécia é muito seco, pois não chove muito nessa região consequentemente existindo extremamente pouquíssimas áreas férteis. Sendo assim um meio que eles encontraram para fortalecer a economia foi a pecuária e nos vales a agricultura (trigo, cevada, vinhas e oliveiras) por lá existir algumas áreas férteis.
Essa historia se dividi em alguns períodos: Pré Homérico, Homérico, Arcaico, Clássico e o período helenístico.
ü Pré Homérico: Ocorreu entre 2000 a 1100 A.C foi a época em que ocorreu as imigrações para a Península Balcânica formando as cidades. Esse período foi marcado pelas invasões e primeiras ocupações da região da Hélade por povos indo-europeus. Foi em Creta, maior ilha do mar Egeu, onde primeiro surgiu uma das maiores civilizações da antiguidade. Os cretenses eram comerciantes e navegadores, sendo seu governo liderado por uma elite comercial. Desenvolveram brilhantemente a escrita e o artesanato. Por volta de XV A.C foram invadidos pelos aqueus (tribo de origem indo-europeia) e sua civilização cedeu espaço à sociedade micênica. Em Micenas ocorreu a fusão entre os aqueus e os antigos cretenses. Outros povos invadiram a região, como os eólios e jônios, e contribuíram para a formação da civilização micênica. 
     Porém, em XII A.C. os Dórios – povo guerreiro indo-europeu invadiram a região, destruindo e saqueando as cidades micênicas e expulsando violentamente seus habitantes. 
A dispersão grega, ocasionada pela invasão dória, ficou conhecida como Primeira Diáspora Grega. Os dórios trouxeram a decadência para Creta, inaugurando o próximo período grego: o Homérico. 
ü Período Homérico: Entre 1100 a 700 A.C caracterizando-se basicamente com a chegada dos Dórios à Grécia, povo que arrasou a hélade e provocou a dispersão populacional (Primeira Diáspora Grega) e o aumento da mesma.
Com toda essa bagunça, a base social da Grécia passou a ser os Genos (reunião em um mesmo lar de todos os descendentes de um único antepassado, neste caso ou era um herói ou um semideus), cada um de seus membros, os Gens, eram dependentes da unidade familiar e o grupo em geral, tinha uma grande independência econômica, podendo ser até denominada de organização fechada. 

Sobre esta independência econômica, pode-se dizer que foi alcançada devido a grande autonomia política obtida pelos Genos. Todo trabalho dentro desta organização social, era de caráter individual, porém que fosse para o bem da comunidade. Cada um com seu papel escolhido pelo chefe, caso se recusasse a fazê-lo, era expulso da mesma. Tudo que era produzido era distribuído igualmente para cada Gens, impedindo assim a diferença entre cada um deles. Caso a família fosse pouco numerosa ou não dominasse certo tipo de trabalho, era necessário ir em busca de trabalhos escravos ou de artesãos. 
ü Período Arcaico: O Período Arcaico, período da Grécia Antiga de desenvolvimento cultural, político e social, situa-se entre c. 700 a.C. e 500 a.C., após a Idade das Trevas e antecedendo o Período Clássico. Nesta altura dão-se os primeiros avanços significativos para a ascensão da democracia e observa-se também uma revitalização da linguagem escrita.
Em termos artísticos o período caracteriza-se pela construção dos primeiros templos inspirados nos micénicas, pelas tipologias escultóricas kouros e kore, e pelo início do registo de pintura negra em cerâmica.
ü Período Clássico: De 400 à 338 A.C época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político da Grécia Antiga. Época de grande fortalecimento das cidades-estados gregas como, por exemplo, Esparta, Atenas, Tebas, Corinto e Siracusa. Foi também uma época marcada por conflitos externos como, por exemplo, as Guerras Médicas (entre gregos e persas no século V). Ocorreu também, neste período, a Guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta).

ü Período Helenístico: De 338 à 30 A.C
 
O período helenístico ou a era helenística foi um período que marcou a transição da civilização grega para a romana, e chama-se de helenística por ter se desenvolvido fora da Grécia. Isso ocorre entre 323 A.C, (data da morte de Alexandre III, Alexandre o Grande), cujas conquistas militares levaram a civilização grega até a Anatólia e o Egito, e 30 A.C., quando se deu a conquista do Egito pelos romanos. Grande parte do Oriente Antigo foi então dominada pela cultura helenística e assistiu-se a uma fusão da cultura grega, revitalizada nas áreas conquistadas, com as tradições políticas e artísticas do Egito, Mesopotâmia e Pérsia. Depois da morte de Alexandre, a transmissão da cultura grega persistiu nos grandes centros urbanos, embora sofrendo influência dos costumes orientais. A tentativa de Antígonos, um dos mais antigos generais de Alexandre, de manter intacto o império conquistado pelo guerreiro macedônio, fracassou após a Batalha de Ipso, na Frígia (302 a.C.). A partilha do império foi feita entre três generais: Seleucos I Nicator, Ptolomeu I e Lisímacos. As lutas, entretanto, continuaram, e vinte anos depois o império foi dividido em três estados independentes: o reino do Egito ficou com os Lágidas, descendentes de Ptolomeu; o da Síria, com os Selêucidas, descendentes de Seleucos; e o da Macedônia coube aos antigônidas, descendentes de Antígonos. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Elementos da Astronomia - Geografia

Se você parar para observar as parábolas do mapa-múndi perceberá que existe uma grande desigualdade de energia ou luz solar pelo nosso planeta e consequentemente do calor ao decorrer do ano ao longo das estações.
O sistema solar é formado por um conjunto de astros (planetas, satélites, planetoides ou asteroides, cometas e os meteoritos) que giram em torno do sol e todos esses astros mantêm sua posição na orbita devido a força de gravidade do sol. Agora vamos conhecer cada um deles:
ü O sol é estrela mais próxima do nosso planeta e ela está entre as menores estrelas do universo, porem é aproximadamente 1 milhão de vezes maior que a terra
ü Existem 11  planetas que seguem a seguinte ordem em relação ao afastamento do sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Ceres, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão e Éris antes conhecido como Xena.
ü Existem alguns satélites naturais, na verdade existem 138 satélites estudados até hoje um exemplo de satélite natural é a lua (terra); Fóbus e Dêimus (marte) entre outros.
ü Segundo o comitê da União Astronômica Internacional o Sistema solar é constituído por 8 planetas verdadeiros, e 3 planetas-anões: Ceres, Plutão e Éris
ü Planetoides ou asteroides são pequenos planetas que giram em orbita com Júpiter e Marte

A terra executa o movimento de translação ao redor do sol mantendo com a linha do equador um ângulo de 23°77’, essa inclinação e o movimento de translação determinam:
ü A desigualdade de luz e calor ao longo das estações do ano
ü Desigual duração dos dias e das noites de acordo com a época do ano
ü Os solstícios e os Equinócios
Estações do ano são desiguais em relação ao hemisfério Norte e Sul.
 
Data aproximada
Hemisfério Norte
Hemisfério Sul
21 de dezembro

Inverno
Verão
21 de março

Primavera
Outono
21 de julho

Verão
Inverno
23 de setembro

Outono
Primavera

ü Solstício: Quando os dias e as noites tem a máxima diferença de duração, sendo um mais longo e outro mais curto.
ü Equinócio: Quando os dias e as noites tem a mesma duração
E por fim as fases da lua que gira em torno da terra, os principais são: Lua nova, Lua crescente, Lua cheia, Lua minguante