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terça-feira, 15 de abril de 2014

Membrana Plasmática - Biologia

Introdução
A membrana plasmática é uma película delgada que envolve a célula. Ela é formada por lipides e proteínas.

O modelo teórico da estrutura da membrana que é aceito, é o que chamamos de Modelo Mosaico Fluido, proposto por Singer e Nicholson. De acordo com esse modelo a membrana apresenta um mosaico de moléculas proteicas que se movimentam em uma dupla camada fluida de lipides.

Funções da membrana
1 Permeabilidade seletiva: Regula as trocas entre a célula e o meio e pode ser feito de duas formas:
- Transporte passivo: Processo onde não ocorre gasto de energia celular. O transporte através da membrana se faz por conta da osmose e da permeasse
Osmose= A membrana é semipermeável (permeável ao solvente e não ao soluto) permite o transporte de água do meio (menos concentrado) para a célula (mais concentrada) ou vice versa.


Permease= A difusão facilitada é o último tipo de transporte passivo. Nesse tipo de difusão há a participação de proteínas chamadas permeases. Água e oxigênio difundem-se facilmente por meio da osmose e da difusão simples. Mas em nosso organismo há outras substâncias de que a célula necessita para manter seu metabolismo, como aminoácidos, glicose, vitaminas, íons como cálcio, cloro, sódio e potássio. O papel das permeases é facilitar a passagem dessas substâncias, pois se elas fossem entrar ou sair da célula por difusão simples iria demorar muito.
- Transporte ativo: O transporte ativo é a energia usada pelas células para transportar substâncias através de sua membrana plasmática.
Este processo envolve uma proteína transportadora denominada bomba, que executa o transporte carregando uma substância, através da membrana celular, de uma área de menor concentração para outra de maior concentração.
Como vimos acima, este transporte requer energia da célula, e esta, por sua vez, gasta aproximadamente 40% de seu ATP (estoque de energia livre na célula) neste processo.
Além desta função, a proteína bomba age ainda como uma enzima, que por sua vez, realiza a quebra do ATP. Por expelir íons sódio (Na+) e introduzir íons potássio (K+), essa proteína também é conhecida como bomba de sódio-potássio (Na+ / K+). Todas as células possuem milhares de bombas como estas em suas membranas plasmáticas. Esta grande quantidade se deve a sua grande importância, pois, é através delas, que se torna possível manter uma baixa concentração de íons sódio no citosol, e, em contrapartida, uma maior concentração de íons potássio.
O citosol é o líquido que preenche o citoplasma, espaço entre a membrana plasmática e o núcleo, que contém bolsas, canais e organelas citoplasmáticas.
Entretanto, ao mesmo tempo em que o sódio é expelido, o potássio é introduzido no interior das células. Essas concentrações mantidas constantemente através do transporte ativo, como já vimos, requerem bastante energia da célula, pois, estes íons são transportados sempre para a região de sua maior concentração.
- Transporte em quantidade: É o que chamamos de endocitose, que é o transporte de moléculas em grande quantidade. A membrana plasmática possui a capacidade de englobar substâncias de maior porte através da endocitose.
a) Fagocitose – Englobamento de partículas sólidas por meio da emissão de pseudópodes pela membrana plasmática. 

b) Pinocitose – Englobamento de gotículas líquidas por meio de invaginações da membrana plasmática

      I.         2 Reconhecimento celular: Através de receptores específicos, reconhecem agentes do meio como, por exemplo, hormônios.

Especializações da Membrana
1 Microvilosidades
: Em forma de delgadas expansões que aumentam a superfície de absorção da célula. Ocorrem nas células do epitélio intestinal.

2.    Invaginações de base: As células dos canais renais, possuem na base, profundas Invaginações que estão relacionadas com o transporte de água reabsorvidas pelos canais renais
3    Desmossomos: São espécie de “botões adesivos” que estão presentes nos epitélios e aumentam a adesão entre as células
4    Interdigitações: São as dobras da membrana, que se encaixam, para aumentar a adesão; também ocorrem em células epiteliais
5    Glicocálix: As células animais são recobertas pelo Glicocálix (uma cada de hidratos de carbono ligados a proteínas (glicoproteínas) ou lipídeos (glicolipídeos). Pelo Glicocálix as células reconhecem e aderem uma as outras, formando tecidos, e rejeitam células diferentes. 

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Organização estrutural dos seres vivos - Biologia

Estrutura dos seres vivos
Todos os seres vivos são formados por estruturas microscópicas que chamamos de células.
A célula é a menor unidade que na formação de um ser vivo, ela é capaz de sintetizar seus componentes de crescimento e se multiplicar
Existem dois tipos de classificação as unicelulares e as pluricelulares
·         Unicelular: Podemos citar o exemplo da bactéria e da ameba, que apresentam apenas UMA CELULAR.
·         Pluricelulares: Podemos dizer que se encontra na maioria dos organismos, incluindo os humanos e são feitas de BILHÕES de células
Quando há um agrupamento de células é formado o tecido, e existem quatro tipo de tecidos animais:
·         Epitelial: revestimento da superfície externa do corpo (pele), os órgãos (fígado, pulmão e rins) e as cavidades corporais internas;
·         Conjuntivo: constituído por células e abundante matriz extracelulas, com função de preenchimento, sustentação e transporte de substâncias; 
·         Muscular: constituído por células com propriedades contráteis; 
·         Nervoso: formado por células que constituem o sistema nervoso central e periférico (o cérebro, a medula espinhal e os nervos).

Quando os tecidos se unem, formam os órgãos como: coração, cérebro, pulmões, etc. Os órgãos trabalhando em conjuntos forma os sistemas como: Sistema digestório, circulatório, respiratório e nervoso. E por fim um conjunto de sistemas perfeitamente organizado forma os indivíduos. Assim temos:

Organização da celula
Na maioria dos organismos a célula é divida em três partes:
·         Membrana: Protege a célula e faz a permeabilidade seletiva (faz a seleção do que deve entrar e sair da célula)
·         Núcleo: Nele encontra-se o material genético (DNA). A principal característica em uma célula eucariótica é a existência de núcleo diversificado, onde o a membrana envolve o material genético.

·         Citoplasma: Nele ocorre os organoides, que são estruturas com funções especificas:
- Reticulo endoplasmático: Transporte de substancia
- Ribossomos: Síntese de proteínas.
- Complexo Golgiense: Secreção celular
- Lisossomos: Digestão celular
- Mitocôndrias: Produção de energia

Observação sobre a célula
A unidade de medida que se mede a célula, por ela ser muito pequena e ser possível a visualização apenas por microscópio, chamamos de micrômetro = milésima parte do milímetro.
Para descrever as estruturas das celular usamos o nanômetro = milésima parte do micrômetro, e o Angströn = decima parte do nanômetro. Assim temos:
1 Milímetro = 10.000.000 Angströn = 1.000.000 Nanômetros = 1.000 Micrômetro.
Observações:
·         Todos os organismos vivos são formados por células.
·         Todas as reações metabólicas de um organismo ocorrem em nível celular.
·         As células originam-se unicamente de celular preexistentes.
·         As células são portadoras de material genético.




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Biologia- Estruturas e funções celulares (part III)


Biologia- Estruturas e funções celulares (part III)

Órgãos vegetativos das angiospermas: a raiz
As angiospermas são as plantas mais evoluídas e complexas que vivem em nosso planeta. Elas são divididas em dois grupos menores: Monocotiledôneas e Dicotiledôneas.
-Monocotiledôneas: encontram-se plantas como: Milho, arroz, trigo, cana, bambu, palmeiras, coqueiros, orquídeas, bromélia, bananeira etc.
-Dicotiledônea: Feijão, soja, ervilha, tomate, alface, repolho, couve, caqui, laranja, goiaba, abacate, pau-brasil, jacarandá, paineira etc.
As angiospermas produzem como órgãos vegetativos: raiz, caule e folha, e como órgãos reprodutores: flor, fruto e semente.

A morfologia da raiz pode ser reconhecida região especifica como:
-Coifa: Tecido adulto de proteção do ponto vegetativo.
-Região lisa: É a região em que as células do ponto vegetativo sofrem distensão longitudinal (estica)
- Região pilosa (pilífera): Região em que células da epiderme produzem os pelos absorventes. Esses pelos aumentam consideravelmente a superfície de absorção da raiz.
- Região de ramificação: É a região em que se formam as raízes secundarias. Essas raízes aumentaram a fixação do vegetal permitindo maior absorção de água e sais minerais.
-Colo: Região de transição entre a raiz e o caule.
Principais tipos de raízes:
·        Raiz axial ou pivotante: eixo principal e ramificação à Raízes laterais à Dicotiledônea à ex: Feijão e gimnospermas (pinheiros)
·        Raiz fasciculada ou cabeleira: Não há eixo principal. Há apenas ramificação à monocotiledônea à ex: milho, capim.
·        Raiz tuberosa: Acumula muito nutriente à ex: mandioca, dália etc.

Raízes aéreas
·        Raízes-suporte ou escora: São raízes que partem do caule e atingem o solo. à ex: milho, plantas de mangue, figueiras etc.
·        Raízes-cintura: Fica na arvore para pegar nutrientes à Crescem enroladas em um suporte. O velame funciona como uma verdadeira esponja, absorvendo a água que escorre pelos caules à ex: orquídeas
·        Raízes estrangulantes: só fica na arvore como suporte à São raízes resistes que se enrolam em um tronco de uma árvore que lhes serve de suporte à ex: mata-paus
·        Raízes tubulares: Encontrada em arvores grandes à são raízes achatadas, estas raízes também são respiratórias à ex: figueiras.
·        Raízes respiratórias ou pneumatóforos: Tem mal cheiro, pois tem uma grande quantidade de alimento armazenado e tem pouco oxigênio à cresce para fora do solo
·        Raízes grampiformes:  Grudada na parede à são raízes curtas que aderem intimamente ao substrato à ex: hera.
·        Raízes sugadoras ou haustórios: Parasitas e semiparasitas (depende de outro) à ex: erva de passarinho, cipó chumbo.


Órgãos vegetativos das angiospermas: o caule
1.     Função: Caule está relacionado a sustentação de folhas, flores e frutos e serve para a condução de seiva.
2.     Origem: gêmula e caulículo do embrião
3.      Morfologia externa
Gemas: estrutura responsável pela multiplicação da célula, garantindo o crescimento do caule. Gemas são cobertas por folhas chamadas escamas ou catafilos. Gemas caulinares são classificadas pela atividade (ativas ou dormentes) ou quanto a evolução vegetativa (produzem ramos) ou reprodutoras (produzem flores)
: região espessa do caule, de onde sai uma folha, uma gema ou um ramo.
Entrenó: espaço entre dois nós. O crescimento do caule ocorre nos entrenós superiores.

4.     Tipos de caule
Caules aéreos de estrutura normal
- Tronco: estrutura lenhosa, apresentando ramificações. Caracteriza-se em árvores e arbustos.
- Haste: caule pouco desenvolvido, de consciência herbácea. Caracteriza-se em ervas e subarbustos.
- Estipe: caule cilíndrico e não ramificado. Caracterizam-se em Palmeiras.
- Colmo: caule dividido entre nó e entrenó, sendo típico das gramíneas.
- Estolão ou Estolho: caule aéreo rastejante, articulado em nó e entrenó. Dos nós partem raízes e ramos aéreos. Caracterizam-se morangueiros, grama.
- Volúvel: caule que através de circunutação, cresce enrolando-se num suporte, podendo ser: Dextrorso (ponta virada pra direita), Sinistrorso (ponta virada para a esquerda) ou sarmentorso (caule que fixa-se através de gavinhas ou raízes grampiformes)
Caules aéreos de estrutura modificada
-Suculento: caule aéreo espessado em virtude de acúmulo de água.
- Cladódio e Filocládio: caules aéreos achatados com aspecto de folhas. Diferem das folhas verdadeiras porque tem gemas que produzem flores, o que não acontecem com folhas.
- Espinho: Ramo caulicular atrofiado, curto e pontiagudo
- Gavinhas: estruturas filamentosas que se enrolam em suportes e sustentam caules escandescentes.
- Pseudobulbo: Bulbo aéreo que aparece em orquídeas
- Alado: Resultante da expansão lateral do caule, em forma de lâmina.
Caules subterrâneos de estrutura normal
- Rizoma: caule rastejante subterrâneo que produz ramos aéreos e raízes adventícias.
- Tubérculo: caule espesso que acumula reservas nutritivas. Os tubérculos diferem das raízes tuberosas porque apresentam gemas e escamas
Caules subterrâneos de estrutura modificada
- Xilopódio: órgão subterrâneo espessado e resistente que acumula água. No xilopódio entram também partes da raiz, ou seja, não havendo distinção entre raiz e caule.
- Bulbo: órgão subterrâneo de estrutura complexa, no qual o caule é representado por uma porção chamada de prato. No prato, emite raízes adventícias. Existe uma gema na parte superior que é protegida por folhas modificadas chamadas de catafilos. O bulbo pode ser tunicado (prato revestido por escamas desenvolvidas), escamoso (prato revestido por escamas imbricadas) ou sólido (prato bastante desenvolvido, acumulando reservas, com escamas reduzidas).

Biologia- Estruturas e funções celulares (part II)



Biologia- Estruturas e funções celulares (part II)

1) Fruto
O fruto é o resultado de um ovário fecundado e desenvolvido. Ele tem como função algumas coisas de extrema importância como:
- Proteger a semente
- Armazenar reservas nutritivas
O fruto é constituído por três partes: epicarpo, mesocarpo e endocarpo.
- Epicarpo: É a parte mais externa do fruto e vem da epiderme do ovário (folha carpelar)
-Mesocarpo: Parte mediana do fruto, originada dos parênquimas que formam a folha carpelar
-Endocarpo: Parede interna da epiderme da folha carpelar.
Existem alguns tipos de fruto  como:
·        Fruto carnoso: - baga: Apresenta o mesocarpo carnoso, o epicarpo formando uma película e o endocarpo carnoso. Geralmente esse tipo apresenta muitas sementes
ex: mamão, goiaba, uva, tomate, pepino, abobora, melancia, pimentão, jiló etc.
- Drupa: Apresenta o mesocarpo carnoso e endocarpo duro, formando o caroço, no interior do qual se encontra uma semente: Ameixa, pêssego, azeitona, coco-da-baía etc.
·        Frutos secos:  - Deiscentes: Vagem ou legume à abre-se através abrem-se através de fendas longitundinais . Ex: leguminosas ( feijão, soja, ervilha, amendoim, fava etc.)
- Indeiscentes: Grão à O pericarpo seco este totalmente aderido a uma única semente. Ex: gramíneas (milho, arroz, trigo, aveia, cevada, alpiste etc.)
Pseudofruto: - Simples: originado de uma flor com apenas um ovário, porem outra parte da flor se desenvolve. No caso da maça e da pera desenvolve-se o receptáculo floral. No caso do caju desenvolvem-se o pedúnculo e o receptáculo floral.
- Múltiplo: Originado de uma flor com muitos ovários. Cada ovário desenvolveu-se em um fruto ex: (morango)
- Composto ou infrutescência: Originado do desenvolvimento e uma inflorescência ex: (abacaxi, figo, jaca etc.)
Origem dos frutos [curiosidade]:
 Fruto simples: originado de uma única flor com apenas um carpelo.
 Fruto múltiplo: originado de vários carpelos da mesma flor.
 Infrutescência: originado de uma inflorescência.
 Pseudofruto: originado de outra parte floral, não do ovário.


2) Semente

A semente representa um ovulo fecundado e desenvolvido à A oosfera fecundada dará origem ao zigoto diploide (2n), que formara o embrião, e o zigoto triploide,(3n) originado da fecundação dos núcleos polares, formara o endosperma secundário ou albúmen.
ESTRUTURA DA SEMENTE

A semente de angiosperma apresenta a seguinte organização:
Tegumento ou casca
Formado pela testa ou tégmen, com função de proteção e disseminação.
Amêndoa
Formada por endosperma secundário ou albúmen: tecido de reserva utilizado na formação do embrião.
As sementes maduras podem apresentar ou não o endosperma. Assim, as gramíneas (milho, arroz, trigo etc.), a semente de mamona apresentam o endosperma, mas a semente de feijão, ervilha, soja etc. não apresentam este tecido, e a reserva fica contida nos cotilédones.

Embrião

Constituído por um eixo embrionário dividido em duas partes: radícula e caulículo. Este divide-se em duas porções: hipocótilo e epicótilo, baseando-se na inserção dos cotilédones. No ápice do caulículo existe uma gema apical chamada gêmula ou plúmula. Nas monocotiledôneas só existe um cotilédone (escutelo) com função na digestão e absorção do endosperma. Nas dicotiledôneas, existem normalmente dois cotilédones, cheios de reservas. Nas gramíneas, o epicótilo é recoberto e protegido por uma espécie de capuz chamado coleóptile, que é considerado uma folha modificada para a proteção do caulículo.

Germinação da semente:
A semente madura quando liberada pela planta, geralmente possui um embrião em estado de dormência, isto é metabolicamente não ativado, ou seja, esta parado ao invés de desenvolver.
As reservas das sementes estão constituídas por lípides, proteínas, carboidratos, incluindo ainda os componentes do citoplasma como ácidos nucleicos, vitaminas, coenzimas, enzimas e sais minerais. Porem isso varia de semente para semente.
Durante a germinação o primeiro fenômeno que ocorre é a absorção de água, e ocorre osmose. A água é a parte principal para a germinação.
A temperatura é um fator muito importante também na germinação das sementes, assim como o teor de oxigênio do meio ambiente. E existem algumas sementes que para a geminação é preciso de luz. 

domingo, 25 de novembro de 2012

Biologia- Estruturas e funções celulares (part I)


Biologia- Estruturas e funções celulares (part I)
·       Androceu: É o aparelho reprodutos masculino. Ele formado pelos estames da flor
 ( filete, conectivo e antera)
A antera é a parte fértil, onde por meio de mitose ocorre a formação dos grãos de pólen. Em seu interior ele apresenta quatro maciços celulares chamados de saco polínico. à Esse saco polínico se divide por meio de meiose para dar origem a quatro células haploides, chamado de micrósporos. à Na germinação do micrósporo por mitose dá origem a dois núcleos haploides (binucleada) chamado de grão de pólen. à O grão de pólen é constituído por membrana externa (exina), membrana interna (intina) e um citoplasma, onde aparecem dois núcleos um chamado de vegetativo e o outro germinativo. à Quando o grão de pólen germina origina o tubo polínico.
·       Polinização: É o processo de transporte do pólen desde a antera onde foi produzido, até o estigma do gineceu. A polinização pode ser direta ou indireta.
- Direta: O grão de pólen cai no estigma da própria flor. Este fenômeno ocorre a preferência em flores fechadas (cleistogâmicas)
- Indireta: O grão de pólen é transportado da antera de uma flor até o estigma de uma outra flor, podendo esta flor estar na mesma planta ou em outra planta.
·       Gineceu: É o aparelho reprodutor feminino. Ele é formado por folhas carpelares. Essas folhas fundem-se, para formar uma estrutura semelhante a de uma garrafinha chamada de gineceu. à Dividido em três partes: estigma, estilete e ovário.
- Estigma: é a parte superior do gineceu. É rica em glândulas produtoras de uma substancia viscosa, que torna o estigma capaz de permitir a aderência do pólen. Também ocorre a germinação do pólen e a consequência formação do tubo polínico.
- Estilete: É um tubo longo, que serve de substrato para o crescimento do tubo polínico.
- Ovário: Local oco onde cresce óvulos. Sua estrutura é complexa, dentro da qual será formada a oosfera. Esta célula divide-se por meiose para formar quatro megásporos, sendo três bem pequenos que se degeneram rápido. O que resta é o megásporo fértil que quando germina seu núcleo se dividi por mitose.
·       Fecundação: Quando o grão de pólen cai no estigma de uma flor, ocorrendo a germinação: O grão de pólen hidrata-se à roupe a exina à projeta a intina à formando o tubo polínico. Uma vez formado o tubo polínico ele começa a crescer ao longo do estilete. O núcleo germinativo dividi-se por mitose e forma dois núcleos espermáticos. Quando o tubo polínico alcança o ovário, penetra o ovulo e ocorre a dupla fecundação.
- 1º Núcleo espermático
+ oosfera à zigoto (2n)
- 2º Núcleo espermático
+ 2 núcleos polares à zigoto (3n)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ciclo de vida dos vegetais - Biologia


Nos vegetais o ciclo de vida é classificado por meiose ou mitose:
Existem:
·        Meiose inicial ou zigótica: Algas à O zigoto sofre meioseàcom isso a célula fica com metade do material genético(n) àDepois a célula sofre mitose (cresce) formando um organismo adulto ainda com a metade do material genético (n)à sofre mitose novamente e fecunda um gameta (n) com outro gameta (n), formando o zigoto (2n)
·        Meiose Final ou gamética:  Animais à o zigoto sofre mitose à formando um organismo adulto (2n) com todo o material genéticoà depois sofre meiose formando um gameta (n) com a metade do material genético que fecundo com outro gameta (n) formando o zigoto (2n) novamente
·        Meiose intermediária ou espórica: Vegetais à o zigoto sofre mitose à forma o esporófito (a fase em que cria esporos) à sofre meiose à formando esporos com metade do material genético (n) à depois vai formar gametófito (responsável pela criação de gametas (n) que fecunda e formão o zigoto (2n)). * está é a mais primitiva 

Líquens - Biologia


Líquens

Definição
            Os liquens estão associados entre algas (Autótrofo) e fungos (Heterotrófo). A associação constitui um Mutualismo/ Simbiose (os dois levam vantagem). As algas realizam fotossíntese e fornecem alimento orgânico aos fungos, e fungos se envolvem as células das algas com suas hifas, protegendo-as, além de fornecerem os rizóides, que retiram água e nutrientes minerais do substrato.
            - Habitat: em lugares úmidos, como troncos de árvores, rochas e telhados.
            Quando vivem em rochas, produzem ácidos que promovem sua decomposição, preparando o solo para a vinda de outros seres.
- Reprodução assexuada
- Importância
São pioneiros, que produzem ácido, levando a formação do solo. São Bioindicadores, pois onde não há poluição de dióxido de enxofre (SO²), há líquens. Os liquens morrem e entram em decomposição, fornecendo matéria orgânica que se mistura a partículas da rocha, formando um novo ambiente propício a novos vegetais. Alguns liquens produzem corantes e algumas espécies são comestíveis, como o Lecanora esculenta (maná)

Reino Fungi - Biologia


Reino Fungi

Definição
            O Reino Fungi é constituído por seres Eucariontes (possuem um núcleo verdadeiro)

Características
            - Nenhum fungo possui clorofila ou outro pigmento capaz de lhe conferir a propriedade de realizar fotossíntese.
            - São incapazes de produzir seu próprio alimento = Heterotrófos
- Heterotrófos -> Saprócitos são os que se alimentam de matéria orgânica morta e tem os parasitas, que dependem de um outro ser vivo para sobreviver     

- Podem ser UNIcelulares ou PLURIcelulares. Neste último caso, o seu corpo também conhecido por micélio, é constituído pelo entrelaçamento de filamentos chamados hifas (é o que da sustentação ao corpo do fungo)
- Paredes constituídas por quitina, não ocorrendo a celulose (condensação de muitas células de glicose)
- Reserva energética: Glicogênio
- Reprodução:
            Sexuada ou Assexuada (formam diversos esporos, transportados pelo vento)
- Vivem em ambientes terrestres úmidos e sombreados e em ambientes aquáticos.
Importância dos fungos
            - Microrrizas (Fungo+Raiz, com a planta fornecendo alimento pro fungo, e a planta absorve nutrientes minerais do solo que são aproveitados)
            - Decompositores de matéria, na natureza
            - Na nossa alimentação (ex: Pão, que é produzido por um fermento (leveduras), que decompõe o amido da farinha de trigo em álcool etílico e gás carbônico
            - Bebida alcoólica, que são produzidas pela fermentação de açucares, por ação das leveduras.
            - Alguns antibióticos, como a penicilina
� � n s P�� @ nbsp;    Reserva de amido nos leucócitos
·        Sistema colgiense constituindo os dictiossomos
·        Presença de vacúolos que acumulam reservas solúveis e são também responsáveis pela entrada e a saída de água do organismo – Osmose

Neste reino existem 3 tipos de grupos vegetativos:
·        Briófitas (musgos e hepáticas) à vivem em lugares úmidos e aquáticos.
·        Pteridófitas (Samambaias, avencas e licopódios) à Possuem: raiz, caule e folha.
·        Gimnospermas (Pinheiros) à Raiz, caule, folha e semente.
·        Angiospermas: (milho, arroz , trigo, aveia, cana,bambu, feijão, soja, ervilha e amendoin) à Raiz, Caule, folha, semente, fruto, flor
Existem as plantas Avasculares (Sem vasos condutores) (seiva) à Apenas as briófitas
E também existem as plantas Vasculares (contem vasos condutores (xileina ) à Pteridófitas, Gimnosperma, Angiosperma.