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quinta-feira, 27 de março de 2014

Civilizações Pré-colombianas II (História da América)

Cultura Olmeca e Teotihuacán
A sedentarização do homem e a pratica da agricultura na região do México Central ocorreu entrem 5.000 e 4 000 antes de Cristo.
Por volta de 2.000 a.C. surgiram os primeiros aglomerados humanos, as aldeias, onde transformaram-se em um centros cerimoniais e surgiu a classe sacerdotal, que eram aqueles responsáveis pelos cultos religiosos. Os sacerdotes eram pessoas que se diziam intelectuais pra época eles tinham o poder do saber e mais pra frente começam a controlar o excedente agrícola tornando os sacerdotes mais poderosos. Eles se organizavam em um Estado Teocrático, ou seja, a religião estava sobre o poder. Já em 1.500 e 500 a.C. a cultura olmeca se expande e vai para o sul do Golfo México, lá eles desenvolveram os reservatórios de pedra para o armazenamento de agua
Por volta do século I a.C. chegava o fim da cultura olmeca, que deixou para seus posteriores uma espécie de herança como: Uma tecnologia agrícola avançada, artesanato têxtil e de barro, um sistema de escrita e numeração, calendário, uma religião extremamente organizada, além de um sistema político exercido pelos sacerdotes de origem olmeca e a sociedade já se organizava de uma forma mais complexa.
A religião na época era algo extremamente importante, a população era totalmente voltada a ela. Foi durante esse apogeu religioso que a civilização construiu a Cidade dos Deuses conhecida como Teotihuacán, que era totalmente planejada com pirâmides dedicadas ao Sol e a Lua.
A população Teotihuacán foi a sucessora dos olmecas e aperfeiçoou as técnicas de cultivo, desenvolveu o sistema de irrigação e as chinampas (técnica de plantio feito em esteiras)

Durante o século VI essa cultura desapareceu, porém não existe um fator responsável pelo fato. Mas presume-se que doenças, rebeliões ou invasões expliquem a destruição da Cidade dos Deuses. 

Maias 
No momento em que o Teotihuacán entrou em decadência, o Sul da mesoamérica conhece a civilização maia.
·         Localização: Península de Iucatã, no sul do México, quase toda a Guatemala, parte de Honduras e El Salvador e Belize
·         Politica: Organizada em forma de Cidade-estado e o poder político era teocrático e hereditário.
·         Sociedade: Topo da pirâmide: Família governante (sacerdotes e militares) e comerciantes ; Abaixo tem-se cobradores de impostos, militares e responsaveis pelas cerimonias; E na base tem-se os trabalhadores Braçais
·         Economia: O principal produto cultivado era o milho, base da alimentação maia, além da produção agrícola os maias davam importância ao comercio. Os mercadores eram os responsáveis pelas trocas de produtos agrícolas e artesanais
·         Religião e Cultura: Tinha como deus principal Quetzalcoatl (Serpente emplumada) *influencia tolteca
A religião defendia que o destino dos homens era controlado pelos deuses. Desenvolvera a escultura terracota, a pintura e o calendário cíclico, com 52 anos, a partir dos seus avanços nos estudos de astronomia. Com a intenção de facilitar os cálculos criaram o zero. A escrita elaborada se chamava glífica que seria um conjunto de caracteres que representam um objeto ou algo relacionado a esse objeto.
·         O novo império maia e sua decadência: Por volto de 900 iniciou-se um declínio no império Maia que dois séculos passou a sofrer influencia Tolteca. Ocorreu então a fusão das culturas formando o NOVO IMPERIO MAIA, que lentamente entrou em declínio. As hipóteses para explicar esse declínio são muitas como: Esgotamento do solo em razão da pratica da agricultura de queimada, a deficiência alimentar e diversos conflitos internos entre os líderes das cidades-Estados.
Em 1517 e 1697, os espanhóis realizaram a conquista do império Maia, marcada pela violência do branco contra o povo indígena e pela força da arma de fogo na busca por ouro.

Os Astecas

·         Localização: Região noroeste do México, denominada como Aztlán e pertenciam ao grupo linguístico naúatle
·         Política: Sociedade asteca foi fundada no militarismo com influência religioso, fazendo-se assim um poder política militarizado e teocrático.
O imperador era escolhido dentro de uma mesma família, ou seja, escolha hereditária. Ele tinha o poder supremo do exército e dividia o poder com a Mulher-serpente, função exercida por um homem responsável pela chefia do governo.
·         Sociedade: No topo: Imperador e sua família; Abaixo tem-se a nobreza (militares e sacerdotes) ; Abaixo tem-se os comerciantes e os artesãos ; E na base tem-se os camponeses e escravos;
Os militares tinham importante papel por conta das guerras e os escravos eram adquiridos em guerras como forma de pagamento e eles tinham como função: trabalhar em obras públicas, na agricultura, pagar impostos e prestar serviço aos militares.
A poligamia era admitida pelo fato da população masculina diminuir em épocas de guerra.
·         Economia: A agricultura era o principal meio de atividade econômica, sua produção era baseada em: milho, feijão, cacau e algodão.
O estado era o proprietário das terras e para se ter uma terra era necessário pagar impostos sobre a produção.
O comercio apesar de não ser a principal atividade econômica para os astecas, ainda se tinha um importante papel na realização de trocas, como era o caso do mercado de Tlatelolco que ocorria troca de legumes, frutas, plumas, joias e escravos, além de alguns produtos importados como tabaco, peles e cristais. Esse comercio com o tempo foi se desenvolvendo e mais pra frente começaram a usa a semente do cacau como uma “moeda corrente”
·         Religião e cultura: A religião era politeísta e eles acreditavam que era o homem que deveria zelar para a harmonia do universo, o que só poderia ser feito por meio de alimentação dos deuses, assim sendo considerável o sacrifício humano. Os deuses que asseguravam boas colheitas e vitorias militares e regiam o destino dos homens.
A arquitetura foi desenvolvida podendo destacar a construção de pirâmides, palácios e sistemas de irrigação além dos aquedutos.
Estudavam astronomia e criaram um calendário de 18 meses (cada mês tinha 20 dias), mais cinco dias complementares e acada 52 anos completava um ciclo.
Possuíam escolas voltadas para a formação da nobreza sacerdotal e outra destinada ao ensino comum. A escrita era pictórica e hieroglífica.

Os incas

·         Localização: Corresponde atualmente ao Peru, Bolívia, Equador, parte do Chile e norte da Argentina. Os incas, originalmente, constituíam um povo nômade, parte integrante do grupo quíchua, na região da Amazônia.
·         Política: Poder político era exercido por um imperador onde ele tinha o poder supremo ao lado do exército e da religião formando um governo Teocrático-militarista.
·         Economia: A base econômica era a agricultura (Batata e milho eram os principais). O solo era fertilizado com o guano, um fertilizante natural de excreta de aves.
A chegada dos incas e o seu processo de expansão levou a submissão das comunidades (ayllu) com isso as terras passaram a pertencer ao Estado que fez uma divisão nas terras: terras da comunidade e terras do Estado, cultivados pelos membros da ayllu.
O comercio também se desenvolveu e tinha base na produção de cerâmica, tecidos e artesanatos de ouro, prata e bronze.
·         Sociedade: No topo tem-se o Imperador; Abaixo tem-se a nobreza (Parentes, altos funcionários do estado, clero e os curacas) ; Abaixo tem-se os artesãos, médicos, artistas, militares e contabilistas; E na base tem-se os camponeses e escravos  
Dentro do império, o ayllu era a base da organização social e administrativa. Era formado a partir de laços de parentesco e chefiados pelo curaca, cujo poder era transmitido hereditariamente.
·         Religião e Cultura: Os incas dedicaram-se à astronomia e criaram um calendário que, além de marcar o tempo, servia para fazer previsões astrológicas.
Na religião além de cultuar o Sol, a Lua, o Trovão e a Terra eles cultuavam Viracocha, o “Criador do Universo” . Suas cerimonias tinham muita dança e uso de chicha (Cerveja feita de cereais) e faziam sacrifícios humanos





Civilizações Pré-colombianas I (História da América)

Civilizações Pré-Colombianas I
 A America é um continente localizado no hemisfério ocidental, dividindo-se no sentido norte-sul, onde a América do Norte e América do Sul estão ligadas entre si por um conjunto de ilhas que chamamos de América Central. Do lado leste existe o Oceano Atlântico e do lado oeste tem-se o Oceano Pacifico. Estudar a história da América é algo extremamente difícil, pelo fato de que os colonizadores destruíram tudo ou boa parte dos vestígios quando vieram para essa região. Além disso os astecas tinham como costume destruir vestígios dos povos que eles conquistavam. Para estudar isso trabalhamos com duas hipóteses:

  • Hipótese asiática: Defendida pelo dinamarquês Ales Hrclicka, que considera os ameríndios descentes de populações da Ásia Oriental, que atravessaram o Estreito de Behring, quando uma violenta mudança climática aconteceu formando uma “ponte de gelo” facilitando a locomoção entre os dois continentes, porém é uma história que não justifica corretamente a heterogeneidade dos diversos povos pré-colombianos. 


  • Hipótese polinésia: Defendida por Paul Rivet, diz que, os primeiros habitantes da américa, quando chegaram aqui não tinham noção de basicamente nada nem da agricultura, fazendo assim uma base de coleta, caça e pesca. Como não tinham uma noção de Estado (surge com cidades mais complexas) eles viviam em pequenas comunidades onde era distribuído as tarefas conforme seu sexo e sua idade. Por volta de 7 mil a.C uma nova era de transformação climática ocorreu, a temperatura da terra subiu e várias espécies de animais que esses povos caçavam desapareceram assim como a “ponte de gelo” do Estreito Behring. Com isso muitos povos começaram a buscar sua sobrevivência em outras atividades, onde surge a agricultura consequentemente surgindo o sedentarização, o que é um grande passo para a urbanização como a dos mais, incas e astecas.




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Grécia Antiga - História

A Grécia é um país localizado ao sul da Península Balcânico sendo um lugar bem montanhoso dificultando a comunicação entre as cidades e os pequenos vales férteis consequentemente tornando as cidades completamente independentes entre si ou um governo conhecido Cidade-Estado, ou seja, um governo que se autogoverna.
O clima na Grécia é muito seco, pois não chove muito nessa região consequentemente existindo extremamente pouquíssimas áreas férteis. Sendo assim um meio que eles encontraram para fortalecer a economia foi a pecuária e nos vales a agricultura (trigo, cevada, vinhas e oliveiras) por lá existir algumas áreas férteis.
Essa historia se dividi em alguns períodos: Pré Homérico, Homérico, Arcaico, Clássico e o período helenístico.
ü Pré Homérico: Ocorreu entre 2000 a 1100 A.C foi a época em que ocorreu as imigrações para a Península Balcânica formando as cidades. Esse período foi marcado pelas invasões e primeiras ocupações da região da Hélade por povos indo-europeus. Foi em Creta, maior ilha do mar Egeu, onde primeiro surgiu uma das maiores civilizações da antiguidade. Os cretenses eram comerciantes e navegadores, sendo seu governo liderado por uma elite comercial. Desenvolveram brilhantemente a escrita e o artesanato. Por volta de XV A.C foram invadidos pelos aqueus (tribo de origem indo-europeia) e sua civilização cedeu espaço à sociedade micênica. Em Micenas ocorreu a fusão entre os aqueus e os antigos cretenses. Outros povos invadiram a região, como os eólios e jônios, e contribuíram para a formação da civilização micênica. 
     Porém, em XII A.C. os Dórios – povo guerreiro indo-europeu invadiram a região, destruindo e saqueando as cidades micênicas e expulsando violentamente seus habitantes. 
A dispersão grega, ocasionada pela invasão dória, ficou conhecida como Primeira Diáspora Grega. Os dórios trouxeram a decadência para Creta, inaugurando o próximo período grego: o Homérico. 
ü Período Homérico: Entre 1100 a 700 A.C caracterizando-se basicamente com a chegada dos Dórios à Grécia, povo que arrasou a hélade e provocou a dispersão populacional (Primeira Diáspora Grega) e o aumento da mesma.
Com toda essa bagunça, a base social da Grécia passou a ser os Genos (reunião em um mesmo lar de todos os descendentes de um único antepassado, neste caso ou era um herói ou um semideus), cada um de seus membros, os Gens, eram dependentes da unidade familiar e o grupo em geral, tinha uma grande independência econômica, podendo ser até denominada de organização fechada. 

Sobre esta independência econômica, pode-se dizer que foi alcançada devido a grande autonomia política obtida pelos Genos. Todo trabalho dentro desta organização social, era de caráter individual, porém que fosse para o bem da comunidade. Cada um com seu papel escolhido pelo chefe, caso se recusasse a fazê-lo, era expulso da mesma. Tudo que era produzido era distribuído igualmente para cada Gens, impedindo assim a diferença entre cada um deles. Caso a família fosse pouco numerosa ou não dominasse certo tipo de trabalho, era necessário ir em busca de trabalhos escravos ou de artesãos. 
ü Período Arcaico: O Período Arcaico, período da Grécia Antiga de desenvolvimento cultural, político e social, situa-se entre c. 700 a.C. e 500 a.C., após a Idade das Trevas e antecedendo o Período Clássico. Nesta altura dão-se os primeiros avanços significativos para a ascensão da democracia e observa-se também uma revitalização da linguagem escrita.
Em termos artísticos o período caracteriza-se pela construção dos primeiros templos inspirados nos micénicas, pelas tipologias escultóricas kouros e kore, e pelo início do registo de pintura negra em cerâmica.
ü Período Clássico: De 400 à 338 A.C época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político da Grécia Antiga. Época de grande fortalecimento das cidades-estados gregas como, por exemplo, Esparta, Atenas, Tebas, Corinto e Siracusa. Foi também uma época marcada por conflitos externos como, por exemplo, as Guerras Médicas (entre gregos e persas no século V). Ocorreu também, neste período, a Guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta).

ü Período Helenístico: De 338 à 30 A.C
 
O período helenístico ou a era helenística foi um período que marcou a transição da civilização grega para a romana, e chama-se de helenística por ter se desenvolvido fora da Grécia. Isso ocorre entre 323 A.C, (data da morte de Alexandre III, Alexandre o Grande), cujas conquistas militares levaram a civilização grega até a Anatólia e o Egito, e 30 A.C., quando se deu a conquista do Egito pelos romanos. Grande parte do Oriente Antigo foi então dominada pela cultura helenística e assistiu-se a uma fusão da cultura grega, revitalizada nas áreas conquistadas, com as tradições políticas e artísticas do Egito, Mesopotâmia e Pérsia. Depois da morte de Alexandre, a transmissão da cultura grega persistiu nos grandes centros urbanos, embora sofrendo influência dos costumes orientais. A tentativa de Antígonos, um dos mais antigos generais de Alexandre, de manter intacto o império conquistado pelo guerreiro macedônio, fracassou após a Batalha de Ipso, na Frígia (302 a.C.). A partilha do império foi feita entre três generais: Seleucos I Nicator, Ptolomeu I e Lisímacos. As lutas, entretanto, continuaram, e vinte anos depois o império foi dividido em três estados independentes: o reino do Egito ficou com os Lágidas, descendentes de Ptolomeu; o da Síria, com os Selêucidas, descendentes de Seleucos; e o da Macedônia coube aos antigônidas, descendentes de Antígonos. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Incas, maias e astecas (resumo) - Historia


Maias, Incas e Astecas

Maias:
·        Governo teocrático administrado por sacerdotes onde a principal manifestação do povo ou seu ponto principal é a religião onde eles davam extrema importância.
·        Sociedade muito bem dividida onde no topo da pirâmide ficava a família governante, altos funcionários do Estado (Sacerdotes e militares)  e comerciantes . Abaixo destes vinham os cobradores de impostos e responsáveis pelas cerimônias e na base os trabalhadores braçais.
·        Economia agrária com base no cultivo de milho, e as terras pertenciam ao Estado e a comunidade pagava impostos para o uso do mesmo
·        O novo império ocorreu por volta do ano 900 onde iniciou-se o declínio do império maia. Com esse declínio passou a sofrer influencia da cultura tolteca. A partir de então ocorreu a fusão das culturas maia e tolteca dando inicio ao chamado Novo império maia.

Astecas:
·        Sociedade estamental e hierarquizada, no topo a família imperial e na base os camponeses.
·        Havia uma organização clanica dos astecas baseada nos laços de parentesco chamado de calpulli.
·        Economia era praticamente a agricultura pois o comercio não era muito valorizado. Principal produção na agricultura: Milho, feijão, cacau, e algodão. E como os maias o Estado era proprietário das terras e a comunidade tinha que pagar impostos para usufruir delas.
·        Poder militarizado e teocrático, pois a sociedade foi fundado por militares e sofreu influencia da religião

Incas:
·        Sociedade estamental e hierarquizada. A elite era formada pelos altos funcionários, sacerdotes e curacas. A base era dormada pelos camponeses.
·        A base econômica inca era a agricultura onde o principal cultivo era o do milho.
·        Antes da denominação inca, a organização social básica era a comunidade denominada AYLLU liderada pelo curaca. Fundador ou descente do ancestral do grupo inca.

Expansão e colonização Holandesa - Historia


Expansão e colonização holandesa
Antecedentes
            Até 1581, a Holanda era extensão do Império espanhol na Europa. Território herdado pelo rei Felipe II, de seu pai, o Imperador Carlos V. Porém, a opressiva do rei espanhol levou ao início da movimentação de independência, sob a liderança de Guilherme de Orange, que acabou sendo reconhecido pela Espanha somente em 1609.
            No período em que a Holanda era subordinada da Espanha, foi desenvolvido um Estado Capitalista. Neste período, Holanda tornou-se amiga de Portugal na comercialização do açúcar brasileiro, realizando grandes engenhos.
            A independência da Holanda cruzou com a formação da União Ibérica, e Felipe II, decretou sanções na proibição do comércio com colônias espanholas e inclusivamente brasileiras.
            Em 1609 a 1621, foi firmada a Trégua dos Doze Anos, período intensificado nas compras de açúcar e Amsterdã tornou-se centros de refinação do açúcar. Com o término deste, foi criado a Companhia das Índias Ocidentais, com o intuito de garantir investimentos holandeses no açúcar do Brasil.
            A decadência da ocupação holandesa no Brasil, começou quando brasileiros se insurgiram contra a companhia. A guerra de navegação dos holandeses contra os ingleses de Oliver Cromwell, devido a decretação do Ato de Navegação, contribuiu para o enfraquecimento dos holandeses. Em 1624, os holandeses foram expulsos do Brasil e começaram a produção de cana-de-açúcar nas Antilhas.

Politica indigenista no Brasil - HIstoria


Política indigenista no Brasil

Os primeiros 30 anos da colonização brasileira, que eram conhecidos como “pré-colonizador”, não foi muito do interesse de Portugal  que era uma das maiores potencias na época, pois as terras em que eles colonizaram não estavam dando lucro como pensavam.
Quando houve um declínio no mercado oriental, Portugal volta a querer investir no Brasil, buscando suprir a falência comercial com as índias. A ocupação das terras brasileiras para a produção de cana-de-açucar e a escolha de um mercado mais barato e muito lucrativo (escravos). Mas para que essa ocupação fosse feita teria que tirar os índios de seus territórios, ai é onde começa os conflitos (1547).
Durante a fase de colônia a igreja católica era a que estava superior de todos os outros perante a pirâmide hierárquica. Com isso o Papa Nicolau V, fez uma “lei” chamada “Bula Romanus pontifex “ onde dava o direito de conquistar terras novas e guerrear com os bárbaros ali existentes.
No final do século XVII, as leis de Pombal que até então eram impostas são revogadas e o principio de “guerra justa” volta a imperar, alem de ser estabelecido o livre acesso dos brancos na área indígena.
·       Guerra justa: Só é permitido guerrear com os indígenas se eles os atacassem

Nos primeiros anos da independência José Bonifacio recebeu apoio ao defender a tese de que todos deveriam participar da nova nação. A introdução do indígena nesse tese deveria ser feita com a retomada da catequese.
Em 1831 uma lei foi aprovada onde os índios que forem órfãos pudessem ser tutelados ao juiz de paz.
Uma outra lei chamada “Lei das terras” foi criada em 1850 que não permitia o direito de posse. Isso fazia com os índios fossem colocados em uma situação de “Invasor da terra” pois eles não tinham uma “escritura” para garantir que a propriedade era mesmo de fato deles.
Em 1910 a ideia de criação do Serviço de proteção ao índio (SPI). Essa política limitava a pacificação das tribos e a integração do índio na sociedade brasileira.
Porem os indígenas hoje em dia, não se colocam mais submisso aos brancos. Atualmente reúnem-se em nações que discutem seus interesses
·       Constituição de 1988:  Índio poderia ser tutelado ao juiz de paz

Indigenas Norte-americanos - História


Os indígenas norte-americanos

Dentro dos grupos indígenas norte-americanos, encontram-se:
Economia: Os meios de produção era coletiva, significando que a terra, instrumentos utilizados na coleta, as sementes e as florestas, pertenciam à comunidade. O meio de trabalho era em grupo, todos homens e mulheres trabalhando em conjunto, com um objetivo de sobrevivência do grupo, divisão de tarefas, segundo sexo e idade.
            Aos homens era atribuído a caça, coleta, pesca, preparo da terra para ser plantada, construir as moradias, domesticação de animais e defender o grupo caso houvesse uma guerra.
            As mulheres era atribuído as tarefas de arar o solo, plantar, preparar alimentos, fazer vestimentas e utensílios de cerâmica e fibra.
Sociedade: Unidade social era representada por clã, que fosse matrilinear (linhagem feminina) ou patrilinear (linhagem masculina). Era feito o núcleo da descendência e unia os membros do clã por instituições religiosas e sociais. Era proibido casamento de pessoas do mesmo grupo, buscando sempre a formação de tribos, e a partir daí, formar federações, sendo comum a prática de poligamia.
Política: O líder político ocorria por meio da hereditariedade ou eletiva.
Religião e Cultura: A religião era politeísta e Animista (atribuir vida a objetos e coisas que não possuem vida biológica).
            Uma prática comum era ritos funerários, com os mortos possuindo seus lugares reservados no cemitério, cujas construções variavam de tribo. A preservação dos alimentos era vinculada na produção da cerâmica.
Grupos indígenas Norte-Americanos
Esquimós: Economia era ligada ao que a natureza o proporcionava, ou seja, caça de focas e aves, pesca da baleia e outros animais de grande porte. Vestuário era a partir da pele dos animais caçados, e ossos eram os instrumentos para caça.
Algonquinos: Economia baseada na caça de renas, alces, etc ... e pesca de animais marinhos. Vivendo sempre em bando.
As tribos da costa do pacífico: Economia baseada na caça, pesca e coleta, com organização social dividida em clãs. Religião era politeísta, com a prática de enterrar os mortos.
As tribos do deserto: prática da agricultura com o desenvolvimento da irrigação, com o conhecimento da tecelagem, cerâmica e pela arquitetura feita em pedra. Organização social era por clãs e o governo era por um Conselho de Anciãos.
Iroqueses: a mulher tinha pouco destaque na organização. Escolha do líder político era por eleição. Em termos econômicos, a propriedade de terra era coletiva, além da prática agrícola, sobreviviam da caça e da pesca.

Indígenas Brasileiros - História


Indígenas Brasileiros

·        Indígena brasileiro:
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a população aproximada era de cerca de três milhões de pessoas, distribuídas pelo território.
De modo geral, o indígena brasileiro encontrava-se no estagio intermediário do paleolítico superior e o neolítico. Isso significa que eles ainda viviam da caça, da pesca, da coleta vegetal.
Existiam naquela época alguns grupos indígenas principais como:
- Tupo-guarani: A economia desse grupo baseava-se na caça, pesca, coleta vegetal e agricultura rudimentar. Cultivavam milho, batata, feijão e pimentão. Esse grupo era o mais distribuído como mostra o mapa no final. (Curiosidade: eles praticavam a poligamia e sua religião era politeísta.
- Jês ou tapuias: Neste grupo encontramos características semelhantes aos dos tupis: caça, pesca, coleta vegetal e a pratica da agricultura rudimentar. Porem os jês usavam uma maneira digamos mais moderna, pois eles ultilizavam o fogo para assar a carne e transformavam cereais como milho em farinha. Cultivavam: Milho, batata, mandioca, algodão, feijão, banana e laranja.
-  Naruaques: Esse grupo é o mais extenso da América. Sua organização social tinha por base a tribo, liderava um chefe como o cacique.
Praticavam poligamia, casamentos exogâmicos (casamento de diferentes grupos) , politeísmo e a divinização das forças da natureza.
- Caraiba: Sua economia baseava-se na caça, coleta vegetal, pesca e agricultura rudimentar e cultivavam, mandioca, milho e feijão.
Praticavam antropofagia ritual, a poligamia e o politeísmo.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Expansão e colonização francesa - História


Expansão marítima e colonização Francesa


A França iniciou tardiamente seu processo de expansão marítima e colonização da América, um dos fatos que possa ser considerado esse atraso foi a Guerra dos Cem anos (1337-1453), com isso só conseguia sua expansão na segunda metade do século XV já iniciando o século XVI e também um País em guerra não há muito com o que se investir.
Uma das primeiras expedições aconteceu durante o reinado de Francisco I, quando tentaram ocupar partes do Canadá e da Flórida, mas como já começaram tarde a colonização acabou ficando com partes ruins do continente. Mas eles tinham como principal objetivo dessas navegações encontrarem passagem a noroeste para a Ásia.
As coisas a partir de então começaram a não ficar muito boas, pois a terra que lá estava algumas colônias da França não estava dando lucro quanto ao esperado. Com isso entre os anos 1534 e 1535 a França para e pensa que ela precisa se favorecer de alguma forma. Até que de tanto explorar chega ao litoral brasileiro e começa a contrabandear: Animais, Madeira, Plantas entre outras coisas. E neste mesmo período Jacques Cartier começou a explorar foz do Rio São Lourenço (Nova França).
Com o tempo acaba-se criando alguns conflitos entre França e Inglaterra, pois a Inglaterra era uma grande potencia que esta ali colonizando a America.
Os franceses dominavam o comércio de pele com os indígenas, o que atraía a atenção dos ingleses, pois a presença francesa na região da Louisiana impedia sua expansão para o oeste. Um desses conflitos foi a Guerra dos Sete anos onde a França é derrotada e a Inglaterra toma um pedaço do território  que era dominado pela França. Até que surge o Tratado de Paris onde a França perde o Canadá para a Inglaterra, pequenas Antilhas e leste do Rio Mississippi .